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3 min de leituraPedro Vianna QuintianLinkedIn

De onde vem o que a IA fala sobre a sua marca

A resposta da IA sobre uma marca vem de algum lugar. Veja que tipos de fonte alimentam essas respostas e como a MencionAI rastreia isso ao longo do tempo.

De onde vem o que a IA fala sobre a sua marca

Quando alguém pergunta pro ChatGPT, pro Gemini ou pro Claude sobre uma categoria de produto, a resposta que esses modelos dão não nasce do nada. Em boa parte dos casos, ela vem de páginas específicas que o modelo encontrou numa busca, e em vários casos essas páginas aparecem citadas na própria resposta.

Isso muda a pergunta que vale fazer. Em vez de só "minha marca apareceu na resposta?", a pergunta mais útil é "de onde essa resposta tirou o que falou sobre o meu mercado?".

Os tipos de fonte que alimentam essa resposta

Página de comparação entre produtos, diretório do setor, veículo especializado, fórum e comunidade online, matéria de imprensa. Esses são os tipos de fonte que costumam aparecer quando um modelo cita algo ao responder sobre um mercado específico.

Aparecer na resposta e ser a fonte são coisas diferentes

Uma marca pode aparecer numa resposta sem que o próprio site dela seja citado como fonte. Isso acontece quando o modelo usou uma página de comparação de terceiros, um diretório do setor ou uma matéria de imprensa pra formar aquela menção, não o site da marca em si.

Esse detalhe importa porque muda o que vale investigar. Se a marca aparece, mas nunca como fonte própria, o ponto de atenção não é a menção, é quem está contando a história no lugar da marca.

Como mapear essas fontes

O caminho é repetir prompts que descrevem a necessidade de um comprador, sem citar o nome da marca, em conversas separadas no ChatGPT, Gemini, Claude ou Perplexity, e anotar os domínios citados em cada resposta. Vale repetir o mesmo prompt várias vezes: um estudo da SparkToro em parceria com a Gumshoe.ai, com 2.961 execuções de prompts, encontrou menos de 1 chance em 100 de duas execuções do mesmo prompt trazerem exatamente a mesma lista de marcas. O mesmo tipo de variação se aplica às fontes citadas.

Depois de várias execuções, agrupar as fontes por frequência mostra onde a conversa sobre aquele mercado está acontecendo, do ponto de vista da IA.

Duas formas de ocupar espaço nessas fontes

Com as fontes mais frequentes mapeadas, existem dois caminhos. O primeiro é presença legítima nelas: atualizar um perfil num diretório relevante, contribuir com um veículo especializado, participar de discussões reais em comunidades onde compradores do mercado já buscam recomendação. O segundo é conteúdo próprio: se um concorrente tem uma página de comparação que aparece como fonte e a marca não tem o equivalente, isso é um gap concreto pra preencher no próprio site.

Como a MencionAI acompanha isso

Na MencionAI, o rastreamento de fontes faz parte do monitoramento regular de cada prompt: a plataforma registra quais domínios e páginas os modelos citam ou usam como referência ao responder, prompt a prompt e modelo a modelo, ao longo do tempo. Isso tira o trabalho manual de repetir e anotar cada execução, e mantém um histórico pra comparar se uma fonte nova passou a aparecer, ou se uma fonte que antes citava a marca parou de aparecer.

O processo completo, num guia só

Esse texto cobre a ideia central. O passo a passo completo, com os critérios pra identificar as fontes manualmente e o que fazer com o que for encontrado, está no guia Como descobrir quais fontes as IAs usam para falar da sua marca?.

Quer saber quais fontes estão citando sua categoria agora?

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Pedro, CMO da MencionAI

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